PAISAGEM DA ALMA:
A poesia é beleza,
a paisagem da alma
que (en)canta lá no alto,
conduzida pelo vento...
(Re)pousada na leveza,
que permeia e acalma
as planícies e planaltos,
onde moram sentimentos.
PAISAGEM DA ALMA:
A poesia é beleza,
a paisagem da alma
que (en)canta lá no alto,
conduzida pelo vento...
(Re)pousada na leveza,
que permeia e acalma
as planícies e planaltos,
onde moram sentimentos.
MOLDURA:
CONTEÚDO:
Nenhuma palavra
é capaz de interpretar,
com a devida fidelidade,
o que está contido no silêncio.
Num misto de beleza e espanto,
na quietude repousam, ainda,
de uma maneira fascinante,
todos os sons das palavras
que, até os dias de hoje,
jamais se dispuseram
a ser pronunciadas.
CONFIDÊNCIAS:
Não sei dizer, na verdade,
se o poeta é alguém confiável,
para si mesmo, minha gente.
Basta sentir alguma coisa,
com mais intensidade,
que o faça triste ou contente,
e já vai logo contando tudo,
com detalhe e naturalidade,
para todas as linhas
que encontra pela frente!
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(IN)DIFERENÇA:
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SENTIMENTOS:
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PARTIDA
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