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terça-feira, 27 de junho de 2017

MINHA CITAÇÃO:

Loucura

“Quando me chamaram de louco eu sorri e lamentei que muitos ainda estivessem aprisionados pela lucidez.

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AUTOR: Paulo Cesar Paschoalini
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COMENTÁRIO:
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segunda-feira, 26 de junho de 2017

UM TEXTO...

Homem de conhecimento

“Um homem de conhecimento escolhe um caminho de coração e o segue; e depois olha e se regozija e ri; e então ele  e sabe. Sabe que sua vida terminará muito depressa; sabe que ele, como todos os outros, não vai a parte alguma; sabe, por que vê, que nada é mais importante que qualquer outra coisa. Em outras palavras, um homem de conhecimento não tem honra, nem dignidade, nem família, nem nome, nem prática, mas apenas a vida a ser vivida, e, nessas circunstâncias, sua única ligação com seus semelhantes é sua loucura controlada. Assim, o homem de conhecimento se esforça, transpira e bufa; e, se olhar para ele, parece um homem comum, só que tem que a loucura de sua vida está controlada. Como nada é mais importante do que outra coisa qualquer, um homem de conhecimento escolhe qualquer ato e age como se lhe importasse. Sua loucura controlada o leva a dizer que o que ele faz importa e o faz agir como se importasse, e no entanto ele sabe que não é assim; de modo que, quando pratica seus atos, ele se retira em paz, e quer seus atos sejam bons ou maus, dêem certo ou não, isso não o afeta de todo.”

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(Carlos Castañeda
Trecho da obra 'Uma Estranha Realidade'
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COMENTÁRIO - Paulo Cesar Paschoalini:
Carlos César Salvador Arana Castañeda, nasceu em 25 de dezembro de 1925, em Cajamarca, no Peru, e faleceu em 27 de abril de 1998, em Los Angeles, nos Estados Unidos. Foi um escritor e antropólogo, graduado pela Universidade da Califórnia, tornando-se conhecido após publicação de sua dissertação de mestrado intitulada “The Teachings of Don Juan - a Yaqui way of knowledge”, no ano de 1968, que foi lançada no Brasil com o nome de “A Erva do Diabo”.
Sua obra consiste em onze livros autobiográficos, em que relata experiências decorrentes de sua associação com o bruxo conhecido por Don Juan Matus, índio da tribo Yaquis, do deserto de Sonora, no México. Pesquisou sobre plantas medicinais e partiu para o trabalho de campo nessa área, pelo sudeste da Califórnia.
Em 1973, revê os conceitos apresentados na primeira obra em uma versão de sua tese de doutorado em Filosofia, intutulada Journey to Ixtlan - Lessons of Don Juan (Viagem a Ixtlan). Como explica no seu livro O Presente da Águia, o sistema de interpretações e crenças que se dispôs a estudar terminou por lutar consigo mesmo, ao se mostrar tão ou mais complexo que o sistema "ocidental" de interpretações do mundo.
Um 13° livro chamado Magical Passes (Passes Mágicos), destoa do conjunto de sua obra, pois parece se muito mais um manual prático de aplicação de exercícios corporais de educação física.
Seus livros influenciaram muitas pessoas, especialmente os espiritualistas, que buscavam compreensão através de explicações do universo metafísico. (FONTE: Wikipedia - Link: https://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_Castaneda)
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quinta-feira, 22 de junho de 2017

MINHA CITAÇÃO:

Voar

“Existem pessoas que insistem em construir ninhos,
mas se esquecem de alçar voos.

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AUTOR: Paulo Cesar Paschoalini
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COMENTÁRIO:
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terça-feira, 20 de junho de 2017

MEU CONTO:

Um canto de liberdade

Os primeiros raios de sol começaram a iluminar o ninho que construí sobre a velha figueira, onde eu dormia, e me fez despertar. Assim que me pus em pé, agitei as asas e toda a plumagem amarelada para me espreguiçar melhor. Tudo indicava que era mais um dia normal ali naquele bosque. Parecia que seria novamente uma sucessão de horas e mais horas voando feliz pelo reino da Terra. 

Voei, então, até o regato que contornava algumas árvores e caminhava pela mata, desviando-se das pedras que permaneciam estáticas em seu leito. Beberiquei daquela água cristalina para saciar a minha sede matinal. Em seguida, saí para voar através daquele verde que a natureza plantou à minha volta e, enquanto batia as asas, eu engrossava o coral de cantoria que a passarada entoava toda a vez que o dia amanhecia.

Era maravilhoso ter todo o tempo do mundo para brincar com o vento e depois saltitar de galho em galho, de árvore em árvore, fazer voos rasantes ao solo, ou subir alto em direção ao azul do céu salpicado de algumas nuvens esbranquiçadas. A alegria irradiava de um horizonte ao outro e era possível sentir a tranquilidade que se espalhava por todo aquele “bosque encantado”.

Apesar de viver feliz naquele lugar, eu tinha muita curiosidade em saber o que acontecia além dos limites da mata. Mas eu sempre fui desencorajado pelas andorinhas a ir muito longe. Elas contavam que, além do bosque, existia uma cidade grande onde vivia o ser humano, um animal estranho, incapaz de entender e respeitar os outros animais.

Contavam, inclusive, que os homens chegavam a aprisionar e a matar algumas espécies só por prazer. As andorinhas disseram, também, que os humanos eram capazes até de matar uns aos outros. Era difícil de acreditar nessas histórias, pois já cheguei a ver poucas vezes alguns adultos em companhia de crianças, andando pelas trilhas da mata, e eles não me pareciam agressivos.

De repente, um alvoroço tomou conta do bosque. Era um sinal de alerta para todos se cuidarem, pois o “bicho homem” se aproximava. Voei rapidamente até o ninho e permaneci lá imóvel e em silêncio. Eu pude ouvir as suas vozes quando passaram próximo de onde eu estava e seguiram em frente. Arrisquei espiar e vi que pararam perto dali por alguns instantes e logo mais foram embora. Assim que o perigo passou, todos os animais deixaram o seu abrigo e a vida voltou ao normal por toda a mata.

Só por curiosidade, sobrevoei o lugar onde eles permaneceram por algum tempo e vi alguns objetos estranhos que deixaram por ali. Como eram esquecidas essas pessoas! Foram embora e não se lembraram de levar tudo aquilo que trouxeram. Eu sei que os outros pássaros tinham me alertado para não me aproximar dos humanos, mas eu queria saber algo mais sobre eles. Já que eu não podia ir até a cidade, não deixaria de perder a oportunidade de ver de perto alguma coisa feita por eles. Além do mais, tudo que estava ali parecia inofensivo. Então, eu cheguei mais perto e observei os detalhes dos materiais estranhos que eles produziam.

Era ao mesmo tempo curioso e fascinante ver o que a mão humana é capaz de fazer. Objetos de madeira e arame colocados de forma inusitada, dando aos materiais um aspecto interessante. Notei, também, que os homens tinham deixado para trás um pouco de comida perto dos objetos. Como era hora do almoço, não poderia deixar passar todo aquele banquete que estava à minha frente, com quitutes que eu jamais havia visto e dificilmente teria igual oportunidade novamente. Fui dando uma bicada aqui, outra ali e tudo estava uma delícia. Então saltei na direção de uma caixa de pedaços de madeira com fios de arame, com bastante alimento dentro dela.

Porém, para a minha surpresa, assim que me ajeitei no poleiro, uma tampa de arame se fechou sobre mim e eu me vi prisioneiro. Comecei a piar, aos gritos, mas os poucos que se aproximavam não conseguiram me tirar de lá. Naquele momento compreendi como era assustador ver o que a mão humana é realmente capaz de fazer.

Permaneci preso por algumas horas até que os humanos voltaram. Ficaram felizes ao me verem no alçapão onde eu estava e me levaram dali em direção ao povoado. Aí, finalmente eu conheci a tal cidade. Um emaranhado de pedras sobrepostas, repleta de seres humanos apressados e preocupados em não perder tempo. No ar esfumaçado, um cheiro desagradável que em nada lembrava o perfume que as flores que existiam na mata exalavam. O homem é um animal muito estranho, pois onde ele mora quase não existe árvores por perto e é um absurdo ver que o pouco de verde que ainda resta no lugar ele mesmo se encarrega de ir destruindo.

Hoje eu estou preso já há algum tempo numa gaiola. Desde que fui trazido para cá, eu sinto muito medo quando uma pessoa chega perto de mim. Aos poucos eu passei a entender o que os humanos falam, muito embora eles não me entendem nem um pouco. Toda vez que alguém diferente me vê, sempre pergunta se eu sou um canário do reino ou da terra. Que diferença isso faz já que o meu reino é toda a Terra? ... Ou pelo menos era.

Quando eu expresso algum som, alguém se aproxima de mim e sorri dizendo que eu estou cantando alegremente. Como pode um ser que se diz inteligente achar que alguém que está preso é capaz de cantar feliz? Como pode alguém, que luta tanto por sua própria liberdade, fazer tanto para tirar a liberdade de outro ser vivo, só porque tem uma plumagem de coloração atraente e emite um som interessante? Seria o mesmo que um ser humano prendesse outro de sua espécie, simplesmente por ele se vestir bem e ter uma linda voz. Isso seria um absurdo, assim como não tem nenhum cabimento eu estar preso!

Os homens não percebem que o som que eu emito não é um canto. Algumas vezes é um lamento e outras, um gemido de dor. Porém, na maioria das vezes, o meu “cantar” é um grito, um clamor por liberdade. Nesses sons que expresso eu tento manifestar que muitas vezes eu sinto fome e frio. Mas o que mais me machuca é a solidão e, principalmente, a tristeza por ter sido feito prisioneiro apenas porque a natureza me fez encantador e indefeso.

Todos os dias eu olho em direção ao “bosque encantado” e às vezes choro por saber que nunca mais vou voltar a ver aquele lugar. E sempre que eu vejo o topo da copa das árvores que lá existem, que estão cada vez mais distantes de mim, eu me pergunto: Que mal eu fiz ao ser humano para ele me condenar à prisão perpétua?!

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AUTOR: Paulo Cesar Paschoalini
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COMENTÁRIO:
O texto acima foi escrito há muito tempo. Lá se vão mais de 15 anos... Quando eu o escrevi, fiz com a intenção de ser dirigido ao público infanto-juvenil. De certa forma, a linguagem é apropriada a essa faixa, mas entendo que a mensagem contida é para “crianças de todas as idades”. Cada vez que o leio, sinto que nós adultos passamos a compreender ainda mais a amplitude e o valor da palavra “liberdade”, uma vez que as "armadilhas" dos padrões sociais vão nos tirando paulatinamente. Podemos constatar, também, que o nosso “bosque encantado” vai ficando mais distante daquilo que imaginávamos. Triste paralelo esse traçado em comparação ao personagem, que, ainda com desfecho mais trágico, tem como destino a “prisão perpétua”, por algo que nunca fez por merecer. Penso que vale como reflexão.
PREMIAÇÕES:
– Menção Especial no “III Concurso Grandes Nomes da Nova Literatura Brasileira”, da cidade de São Paulo-SP. Concurso de 2002 e publicado por Phoenix Editora no ano seguinte.
– Selecionado no Concurso “Banco de Talentos 2003” e editado pela Febraban em livro de coletâneas relativo ao evento.
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terça-feira, 13 de junho de 2017

MINHA CITAÇÃO:

Lágrima

“A lágrima é o corpo querendo regar uma alegria,
ou tentando afogar uma dor.

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AUTOR: Paulo Cesar Paschoalini
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COMENTÁRIO:
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UM TEXTO...

Alegrias e tristezas...

“Porque a vida é feita de uma mistura de alegrias e tristezas.
Sem as tristezas, as alegrias são máscaras vazias,
E sem as alegrias, as tristezas são abismos escuros.
É por isso que os olhos, lugar dos sorrisos,
São regados por uma fonte de lágrimas.

São Lágrimas que fazem florescer a alegria.”

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AUTOR: Rubem Alves
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COMENTÁRIO – Paulo Cesar Paschoalini:
Rubem Alves é um psicanalista, educador, teólogo e escritor brasileiro. É autor de livros e artigos que abordam temas religiosos, educacionais e existenciais, além de livros infantis (FONTE: Wikipedia). Texto extraído do site http://www.mensagemespirita.com.br.
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quinta-feira, 8 de junho de 2017

MINHA CITAÇÃO:

Chuva

“Nada é mais reconfortante que a chuva. É um consolo saber que às vezes até mesmo o céu revela um semblante de tristeza e se permite chorar diante de todo mundo.

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AUTOR: Paulo Cesar Paschoalini
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COMENTÁRIO:
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UM TEXTO...

Esquece o futuro...

“Esquece o futuro. Ele não te pertence!
O presente te basta!
Mas é preciso ser rápido, quando ele é mau presente
E andar devagar quando se trata de saboreá-lo
Expressões como: “passar o tempo”
espelham bem a maneira de viver dessa prudente
que imagina não haver coisa melhor pra fazer da vida.
Deixam passar o presente, esquivam-se, ignoram o presente…
Como se estar vivo fosse uma coisa desprezível…
Porque a natureza nos deu a vida em condições tão favoráveis…
que só mesmo por nossa culpa ela poderia se tornar pesada e inútil.”

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AUTOR: Michel de Montaigne
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COMENTÁRIO - Paulo Cesar Paschoalini:
Michel Eyquem de Montaigne (1533 - 1592) foi político, filósofo humanista e escritor francês, considerado o inventor do ensaio pessoal. Nas suas obras, analisou as instituições, as opiniões e os costumes, tomando a generalidade da humanidade como objeto de estudo (Fonte: Wikipédia).
O texto foi extraído de um artigo publicado no site "Revista Pazes", que pode ser acessado pelo link: http://www.revistapazes.com/filhoskalil/.
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domingo, 28 de maio de 2017

MINHA CITAÇÃO:

Sociedade

“Para sermos aceitos pela sociedade, é necessário não somente ocultar os nossos defeitos, mas, principalmente, não deixar em evidência as nossas qualidades.

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AUTOR: Paulo Cesar Paschoalini
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COMENTÁRIO:
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domingo, 21 de maio de 2017

MINHA POESIA:



Faz de conta

Outro dia mesmo estava me divertindo,
assim meio descuidado, meio distraído,
e pelas brincadeiras de infância atraído.

Vieram outros dias, outras noites,
e, então, o tempo, sorrateiramente,
foi levando para longe de mim, dia após dia,
o pião que fazia girar as minhas fantasias;
as bolinhas de sabão, que eram meu alento,
foram desmanchando-se ao sopro do vento.

O faz de conta, os pés descalços, as ‘partidas’,
o “bate-bola” nos campinhos de terra batida;
as alegres brincadeiras de ‘esconde-esconde’,
me escondiam do mundo adulto, não sei onde.
Enfim, até me dar conta de que chegou o dia
que esconder já não mais conseguia.

Eu não gostei de ter crescido, realmente.
Vez por outra eu me perco à minha procura.
Eu queria ter de novo aquela estatura,
aquela inocência, aquela candura.
Não queira esse mundo de loucura,
onde a verdade se vai e a mentira perdura.
Eu queria ser um menino eternamente.

Na verdade sou criança, apesar da aparência,
e luto para não ser adulto, com veemência,
para não adulterar de vez a minha essência.

O pião perdeu-se num mundo que continua a girar,
as bolinhas de sabão desfizeram-se de vez pelo ar
e nas ruas asfaltadas meus pés calçados vêm pisar.

Mas eu sigo brincando de esconde-esconde, contudo,
com o tempo que insiste em transformar tudo;
faz de crianças felizes, adultos sisudos.

Meu corpo de adulto pelo tempo foi esculpido,
embora me sinta criança, num corpo crescido,
com roupas de adultos, mas espírito despido.

Quanto mais ele muda, mais me contraponho,
pois muda um reino encantado de sonhos,
em um mundo ainda mais infeliz e tristonho.

Cresci e não gostei; isso me desaponta.
Por isso mantenho esse desejo oculto,
insistindo em brincar de faz de conta,
‘fazendo de conta’ que sou adulto.

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AUTOR: Paulo Cesar Paschoalini
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COMENTÁRIO - Premiações e apresentações relativas ao poema: 
– Menção Honrosa no “X Concurso Nacional de Poesias-APLA”, da Academia Pontagrossense de Letras e Artes, da cidade de Ponta Grossa-PR.
– 7ª colocada no “XXXIX Festival de Música e Poesia – FEMUP 2004”, da Fundação Cultural de Paranavaí-PR, declamado por Bruna Boaretto, em 20/11/2004, na noite de premiação.
– Texto apresentado nos dias 15, 16 e 17/09/2006, no Teatro Municipal “Dr. Losso Neto”, em Piracicaba, durante do show "Simplesmente", do grupo musical "Falando da Vida", interpretado por Nelma Nunes, atriz que participa de espetáculos em Piracicaba e região.
– Selecionados no “XIII Prêmio Escriba de Poesia”, da cidade de Piracicaba-SP, no ano de 2015, foi uma das 31 escolhidas dentre mais de 1.300 textos inscritos, enviados por 684 candidatos, sendo 18 do exterior e os emais de todos os cantos do Brasil.
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sábado, 20 de maio de 2017

MINHA CITAÇÃO:

Páginas

“A distância que separa muitas pessoas da 'Coluna Social' e o 'Noticiário Policial' é de apenas algumas páginas da vida.

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AUTOR: Paulo Cesar Paschoalini
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COMENTÁRIO:
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UMA CITAÇÃO...

Justiça e vingança

“A justiça é a vingança do homem em sociedade, como a vingança é a justiça do homem em estado selvagem.”

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AUTOR: Epicuro
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COMENTÁRIO - Paulo Cesar Paschoalini:
Epicuro nasceu em 341 a. C., na ilha de Samus, Grécia, e faleceu em 271 a. C., em Atenas, capital grega. Foi fundador do Epicurismo, filosofia baseada na identificação do bem soberano, como prazer, e na teoria atomista, na qual acreditava que o átomo era o elemento formador de todas as coisas.
Estudou filosofia, tendo como mestre Pânfilo, discípulo de Platão, mas discordava de suas ideias, fazendo oposição à Academia de Platão e ao Liceu de Aristóteles. Estudou em Téos, onde teve contato com a teoria atomista de Nausífanes de Téos, discípulo de Demócrito de Abdera.
Reformulou a teoria atomista e fundou sua própria escola, chamada “Jardim”, onde preconizava um bom relacionamento entre mestres e discípulos. Via o prazer sob dois aspectos: o passageiro, encontrado na alegria e na felicidade e o estável, que seria a total ausência da dor.
Para ele, a vida pode ser resumido como sendo uma tragédia. Nós não somos filhos de Deus, vivemos e morremos por acaso e, depois da morte, não há vida. Dizia que era dever do homem tornar a vida presente na melhor possível. (Fonte: https://pensador.uol.com.br/autor/epicuro/biografia/).
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quarta-feira, 17 de maio de 2017

MINHA CITAÇÃO:

Coragem

“O ser humano tem medo do que a sua coragem é capaz de conseguir.

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AUTOR: Paulo Cesar Paschoalini
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COMENTÁRIO:
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UMA CITAÇÃO...

Ir e vir...

“Meu bisavô andava a cavalo, mas não chegava nem perto dos trens. Meu avô andava de trem, porém tinha medo de automóveis. Meu pai andava de carro, mas tinha medo de andar de avião. Eu adoro voar, mas tenho medo de andar a cavalo.”

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AUTOR: Art Sansom, em 'Newspaper Enterprise Association'
Publicado na revista ‘Seleções do Reader’s Digest’
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COMENTÁRIO - Paulo Cesar Paschoalini:
Arthur B. Sansom, nasceu em 16 de setembro de 1920, em East Cleveland, Ohio, e faleceu em 4 de julho de 1991. Era um cartunista de quadrinhos americanos, criador a longa história em quadrinhos “The Born Loser”. Depois de sua graduação em Licenciatura em Arte, ele trabalhou como engenheiro / desenhista da General Eletric. Sansom criou a faixa “Chris Welkin-Planeteer”, com Russ Winterbotham, durante os anos de 1952 até 1964. Criou o “The Born Loser” para a Newspaper Enterprise Association, em 1965. Em meados da década de 1980, ele tele a assistência de seu filho Chip Sansom, que assumiu a responsabilidade pela tira após a sua morte. (Fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Art_Sansom).
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sexta-feira, 12 de maio de 2017

MINHA CITAÇÃO:

Destino

“Destino é o fruto que colhemos,
depois de semearmos nossas escolhas.”

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AUTOR: Paulo Cesar Paschoalini
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quinta-feira, 11 de maio de 2017

UM TEXTO...

Mapas

Quando o corpo funciona espontaneamente, isso é chamado de instinto.
Quando a alma funciona espontaneamente, isso é chamado de intuição.
Instinto e Intuição se parecem e, 
ainda assim, uma grande distância os separa.
O Instinto é do corpo... denso;
e a Intuição é da alma... o sutil.
E entre os dois está a mente, a especialista,
que nunca funciona espontaneamente.
Mente significa conhecimento.
O conhecimento nunca poderá ser espontâneo.
O Instinto é mais profundo do que o intelecto.
Ambos estão além do intelecto, e ambos são bons.

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AUTOR: Osho Rajneesh
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COMENTÁRIO - Paulo Cesar Paschoalini:
Chandra Mohau Jain nasceu em 11 de dezembro de 1931, em Raisen District, Índia e faleceu em 19 de janeiro de 1990, em Purie, também na Índia. Foi um professor de filosofia e mestre na arte da meditação, fundando um movimento espiritual, que poderia ser considerado como uma nova religião, com a busca pelo divino, rituais, doutrinas e até escrituras. Publicou mais de 600 livros.
Graduado em Filosofia, dava aulas na Universidade de Jabalpur e abriu um centro de meditação, conquistando alguns seguidores. Em 1962, iniciou um ciclo de palestras pela Índia. Em 1964, suas palavras foram publicadas no livro “O Caminho Perfeito”. A partir de 1966, dedicou-se exclusivamente à vocação de guru, organizando acampamentos de meditação na zona rural do país.
No ano de 1971, mudou seu nome de “Chandra Mohau Jain” para “Bhagawa Shree Rajneesh” ou Rajneesh “o senhor abençoado”. No fim dos anos 70, seu acampamento recebia cerca de cem mil pessoas por ano. Em 1981, Osho e seus seguidores transferiram-se para um terreno no deserto de Oregon, nos EUA, criando a comunidade “Rajneeshpuram”, atraindo doações de milionários para construir uma cidade.
Por pregar o liberalismo em relação ao sexo, criou insatisfação da sociedade local, o que lhe custou o visto de residência. Em 1985 passou seis dias preso, acusado de violar a lei de imigração. Após o pagamento de fiança de US$ 400 mil, foi libertado, com a promessa de deixar o país.
Teve seu visto negado em 21 países, vendo-se obrigado a retornar à Índia. Em 1990, mudou seu nome para Osho “oceânico”, no mesmo ano do seu falecimento (Fonte: "Pensador.uol" - Link: https://pensador.uol.com.br/autor/osho/biografia).
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segunda-feira, 8 de maio de 2017

MINHA CITAÇÃO:

Inteiros

“Procurar freneticamente pela cara-metade’ é contentar-se em encontrar, no final, apenas uma outra metade. Difícil mesmo é encontrar alguém que nos faça sentir inteiros.

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AUTOR: Paulo Cesar Paschoalini
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COMENTÁRIO:
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domingo, 7 de maio de 2017

UMA CITAÇÃO...

Fé e Amor...

"Deus, para a felicidade do homem, inventou a fé e o amor. O diabo, invejoso, fez o homem confundir fé com religião e amor com casamento."

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AUTOR: Machado de Assis
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COMENTÁRIO - Paulo Cesar Paschoalini:
Joaquim Maria Machado de Assis nasceu no Rio de Janeiro em 21 de junho de 1839 e faleceu em 29 de setembro de 1908, também na capital fluminense. É considerado o maior nome da literatura brasileira do século XIX. Aos 16 anos publica seu primeiro poema, intitulado “Ela”, na revista “Marmota Fluminense”. A partir de 1858 passa a colaborar com órgão de imprensa. Em 1896 ajuda a fundar a Academia Brasileira de Letras, tornando-se o primeiro presidente da entidade no ano seguinte. Como romancista, suas obras podem ser divididas em duas fases. Da primeira, seus livros mais famosos são “Ressurreição, seu livro de estreia em 1872, “A Mão e a Luva”, “Helena” e “Iaiá Garcia”. À segunda fase pertencem “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, “Quincas Borba”, “Dom Casmurro” e “Memorial de Aires”. Entre seus contos se destacam “Missa do Galo”, “O Espelho” e “O Alienista”. Escreve ainda poemas, crônicas, peças de teatro, críticas teatrais e literárias (Fontes: www.pensador.uol.com.br e www.algosobre.com.br).
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