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domingo, 4 de outubro de 2009

MINHA CITAÇÃO:


Experiência

“Nós não envelhecemos.
Na verdade, o tempo
apenas aplica diariamente
uma camada de experiência
sobre a nossa pele.”
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AUTOR: Paulo Cesar Paschoalini (Escrita em 13.06.2002)
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MINHA POESIA:


Faz-de-conta

Outro dia mesmo estava me divertindo,
assim meio descuidado, meio distraído,
e pelas brincadeiras de infância atraído.

Vieram outros dias, outras noites,
e, então, o tempo, sorrateiramente,
foi levando para longe de mim, dia após dia,
o pião que fazia girar as minhas fantasias;
as bolinhas de sabão, que eram meu alento,
foram desmanchando-se ao sopro do vento.

O faz-de-conta, os pés descalços, as “partidas”,
o “bate-bola” nos campinhos de terra batida;
as alegres brincadeiras de “esconde-esconde”,
me escondiam do mundo adulto, não sei onde.
Enfim, até me dar conta de que chegou o dia
que esconder já não mais conseguia.

Eu não gostei de ter crescido, realmente.
Vez por outra eu me perco à minha procura.
Eu queria ter de novo aquela estatura,
aquela inocência, aquela candura.
Não queira esse mundo de loucura,
onde a verdade se vai e a mentira perdura.
Eu queria ser um menino eternamente.

Na verdade sou criança, apesar da aparência,
e luto para não ser adulto, com veemência,
para não adulterar de vez a minha essência.

O pião perdeu-se num mundo que continua a girar,
as bolinhas de sabão desfizeram-se de vez pelo ar
e nas ruas asfaltadas meus pés calçados vêm pisar.

Mas eu sigo brincando de esconde-esconde, contudo,
com o tempo que insiste em transformar tudo;
faz de crianças felizes, adultos sisudos.

Meu corpo de adulto pelo tempo foi esculpido,
embora me sinta criança, num corpo crescido,
com roupas de adultos, mas espírito despido.

Quanto mais ele muda, mais me contraponho,
pois muda um reino encantado de sonhos,
em um mundo ainda mais infeliz e tristonho.

Cresci e não gostei; isso me desaponta.
Por isso mantenho esse desejo oculto,
insistindo em brincar de faz-de-conta,
“fazendo-de-conta” que sou adulto.


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AUTOR: Paulo Cesar Paschoalini
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PREMIAÇÕES:
– Menção Honrosa no “X Concurso Nacional de Poesias-APLA”, da Academia Pontagrossense de Letras e Artes, da cidade de Ponta Grossa - PR.
– 7ª colocada no “XXXIX Festival de Música e Poesia – FEMUP 2004”, da Fundação Cultural de Paranavaí - PR, declamado por Bruna Boaretto, em 20/11/2004, noite de premiação do evento.
– Texto apresentado nos dias 15, 16 e 17/09/2006, no Teatro Municipal “Dr. Losso Neto”, em Piracicaba, durante do show "Simplesmente", do grupo musical "Falando da Vida", interpretado por Nelma Nunes, atriz que participa de espetáculos em Piracicaba e região.
Poesia publicada novamente no Blog em 03 de setembro de 2015, por ocasião da seleção do texto no "XIII Prêmio Escriba de Poesia", da cidade de Piracicaba-SP.
ATENÇÃO: Ao fazer uso de algum tipo de aplicativo para Tradução, é possível que o texto traduzido não seja necessariamente fiel ao original, já que cada idioma tem a sua particularidade, principalmente quando se tratar de conteúdo poético.
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MEU CONTO:


Um canto de liberdade

Os primeiros raios de sol começaram a iluminar o ninho que construí sobre a velha figueira, onde eu dormia, e me fez despertar. Assim que me pus em pé, agitei as asas e toda a plumagem amarelada para me espreguiçar melhor. Tudo indicava que era mais um dia normal ali naquele bosque. Parecia que seria novamente uma sucessão de horas e mais horas voando feliz pelo reino da Terra.


Voei, então, até o regato que contornava algumas árvores e caminhava pela mata desviando-me das pedras que permaneciam estáticas em seu leito. Beberiquei daquela água cristalina para saciar a minha sede matinal. Em seguida, saí para voar através daquele verde que a natureza plantou à minha volta e, enquanto batia as asas, eu engrossava o coral de cantoria que a passarada entoava toda a vez que o dia amanhecia.

Era maravilhoso ter todo o tempo do mundo para brincar com o vento e depois saltitar de galho em galho, de árvore em árvore, fazer vôos rasantes ao solo, ou subir alto em direção ao azul do céu salpicado de algumas nuvens esbranquiçadas. A alegria irradiava de um horizonte ao outro e era possível sentir a tranqüilidade que se espalhava por todo aquele “bosque encantado”.

Apesar de viver feliz naquele lugar, eu tinha muita curiosidade em saber o que acontecia além dos limites da mata. Mas eu sempre fui desencorajado pelas andorinhas a ir até lá. Elas contavam que lá tinha uma cidade grande onde vivia o ser humano, um animal estranho, incapaz de entender e respeitar os outros animais. Contavam que o homem chegava a aprisionar e a matar algumas espécies só por prazer. As andorinhas disseram, também, que os humanos eram capazes até de matar uns aos outros. Era difícil para mim acreditar nessas histórias, pois já cheguei a ver poucas vezes alguns adultos em companhia de crianças andando pelas trilhas da mata e eles não me pareciam agressivos.

De repente, um alvoroço tomou conta do bosque. Era um sinal de alerta para todos se cuidarem pois o “bicho homem” se aproximava. Voei rapidamente até o ninho e permaneci lá imóvel e em silêncio. Eu pude ouvir as suas vozes quando passaram próximo de onde eu estava e seguiram em frente. Arrisquei espiar e vi que pararam perto dali por alguns instantes e logo mais foram embora. Assim que o perigo passou, todos os animais deixaram o seu abrigo e a vida voltou ao normal por toda a mata.

Só por curiosidade, sobrevoei o lugar onde eles permaneceram por algum tempo e vi alguns objetos estranhos que deixaram por ali. Como eram esquecidas essas pessoas! Foram embora e não se lembraram de levar tudo aquilo que trouxeram. Eu sei que os outros pássaros tinham me alertado para não me aproximar dos humanos, mas eu queria saber algo mais sobre eles. Já que eu não podia ir até a cidade, não deixaria de perder a oportunidade de ver de perto alguma coisa feita por eles. Além do mais, tudo que estava ali parecia inofensivo. Então, eu cheguei mais perto e observei os detalhes daqueles materiais estranhos que eles produziam.

Era ao mesmo tempo curioso e fascinante ver o que a mão humana é capaz de fazer. Objetos de madeira e arame colocados de forma estranha, dando aos materiais um aspecto interessante. Notei, também, que os homens tinham deixado para trás um pouco de comida perto dos objetos. Como era hora do almoço, não poderia deixar passar todo aquele banquete que estava à minha frente, com quitutes que eu jamais havia visto e dificilmente veria novamente. Fui dando uma bicada aqui, outra ali e tudo estava uma delícia. Então saltei na direção de uma caixa de pedaços de madeira com fios de arame, que tinha bastante alimento dentro dela.

Porém, para a minha surprêsa, assim que me ajeitei no poleiro, uma tampa de arame se fechou sobre mim e eu me vi prisioneiro. Comecei a piar, aos gritos, mas os poucos que se aproximavam não conseguiram me tirar de lá. Naquele momento compreendi como era assustador ver o que a mão humana é realmente capaz de fazer.

Permaneci preso por algumas horas até que os humanos voltaram. Ficaram felizes ao me verem no alçapão onde eu estava e me levaram dali em direção ao povoado. Aí, finalmente eu conheci a tal cidade. Um emaranhado de pedras sobrepostas, repleta de seres humanos apressados e preocupados em não perder tempo. No ar esfumaçado, um cheiro desagradável que em nada lembrava o perfume que as flores que existiam na mata exalavam. O homem é um animal muito estranho, pois onde ele mora quase não existe árvores por perto e é um absurdo ver que o pouco de verde que ainda resta no lugar ele mesmo se encarrega de ir destruindo.

Hoje eu estou preso já há algum tempo numa gaiola. Desde que fui trazido para cá, eu sinto muito medo quando uma pessoa chega perto de mim. Aos poucos eu passei a entender o que os humanos falam, muito embora eles não me entendem nem um pouco. Toda vez que alguém diferente me vê, sempre pergunta se eu sou um canário do reino ou da terra. Que diferença isso faz já que o meu reino é toda a Terra? Ou pelo menos era.

Quando eu expresso algum som, alguém se aproxima de mim e sorri dizendo que eu estou cantando alegremente. Como pode um ser que se diz inteligente achar que alguém que está preso é capaz de cantar feliz? Como pode alguém, que luta tanto por sua própria liberdade, fazer tanto para tirar a liberdade de outro ser vivo, só porque tem uma plumagem de coloração atraente e emite um som interessante? Seria o mesmo que um ser humano prendesse outro de sua espécie, simplesmente por ele se vestir bem e ter uma linda voz. Isso seria um absurdo, assim como não tem nenhum cabimento eu estar preso.

Os homens não percebem que o som que eu emito não é um canto. Algumas vezes é um lamento e outras, um gemido de dor. Porém, na maioria das vezes, o meu “cantar” é um grito, um clamor por liberdade. Nesses sons que expresso eu tento manifestar que muitas vezes eu sinto fome e frio. Mas o que mais me machuca é a solidão e, principalmente, a tristeza por ter sido feito prisioneiro apenas porque a natureza me fez encantador e indefeso.

Todos os dias eu olho em direção ao “bosque encantado” e às vezes choro por saber que nunca mais vou voltar a ver aquele lugar. E sempre que eu vejo o topo da copa das árvores que lá existem, que estão cada vez mais distantes de mim, eu me pergunto: Que mal eu fiz ao ser humano para ele me condenar à prisão perpétua?!

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AUTOR: Paulo Cesar Paschoalini
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– Menção Especial no “III Concurso Grandes Nomes da Nova Literatura Brasileira”, da cidade de São Paulo-SP.
– Selecionado no “Banco de Talentos 2003”, da Febraban.

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UMA CITAÇÃO...


Idades...

“Eu preparo uma canção
que faça despertar os homens
e adormecer as crianças.”

(Carlos Drummond de Andrade)

“Se eu soubesse
que iria viver tantos anos,
teria cuidado mais de mim.”

(Eubie Blake)

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COMENTÁRIO - Paulo Cesar Paschoalini:
Dessa vez não foi possível escolher apenas uma única citação. Na verdade, encontrei inúmeras frases que falam sobre o tempo, mais especificamente sobre a idade. Essas duas, no entanto, são para que possamos parar e refletir sobre nós e o tempo que nos acompanha, nas mais diversas etapas de nossa vida.
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UMA POESIA...


Retrato

Eu não tinha este rosto de hoje,
assim calmo, assim triste, assim magro,
nem estes olhos tão vazios,
nem o lábio amargo.

Eu não tinha estas mãos sem força,
tão paradas e frias e mortas;
eu não tinha este coração
que nem se mostra.

Eu não dei por esta mudança,
tão simples, tão certa, tão fácil:
Em que espelho
ficou perdida a minha face?

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Cecília Meireles, "Antologia Poética".

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COMENTÁRIO - Paulo Cesar Paschoalini:
Em se tratando de poesia, meus preferidos são Drummond e Cecília Meireles, pela profundidade e qualidade que possui seus textos. Esse poema contém uma espécie de lamento nas entrelinhas. Consegue trazer a leveza e ao mesmo tempo ser contundente, assim como faz o tempo quando muda a nossa face.
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sábado, 3 de outubro de 2009

MÚSICA:


Aquarela

Numa folha qualquer
Eu desenho um sol amarelo
E com cinco ou seis retas
É fácil fazer um castelo...

Corro o lápis em torno da mão
E me dou uma luva
E se faço chover, com dois riscos
Tenho um guarda-chuva...

Se um pinguinho de tinta
Cai num pedacinho azul do papel
Num instante imagino
Uma linda gaivota a voar no céu...

Vai voando,
Contornando a imensa curva Norte e Sul
Vou com ela viajando Havaí,
Pequim ou Istambul
Pinto um barco a vela branco navegando
É tanto céu e mar num beijo azul...

Entre as nuvens,
Vem surgindo um lindo avião rosa e grená
Tudo em volta colorindo
Com suas luzes a piscar...

Basta imaginar e ele está
Partindo, sereno e lindo
Se a gente quiser
Ele vai pousar...

Numa folha qualquer

Eu desenho um navio de partida
Com alguns bons amigos
Bebendo de bem com a vida...

De uma América a outra

Eu consigo passar num segundo
Giro um simples compasso
E num círculo eu faço o mundo...

Um menino caminha

E caminhando chega no muro
E ali logo em frente
A esperar pela gente
O futuro está...

E o futuro é uma astronave

Que tentamos pilotar
Não tem tempo, nem piedade
Nem tem hora de chegar
Sem pedir licença
Muda a nossa vida
E depois convida
A rir ou chorar...

Nessa estrada não nos cabe

Conhecer ou ver o que virá
O fim dela ninguém sabe
Bem ao certo onde vai dar
Vamos todos
Numa linda
De uma aquarela
Que um dia enfim
Descolorirá...
Numa folha qualquer
Eu desenho um sol amarelo
(Que descolorirá!)
E com cinco ou seis retas
É fácil fazer um castelo
(Que descolorirá!)
Giro um simples compasso
Num círculo eu faço O mundo
(Que descolorirá!)...
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MÚSICA: Aquarela
COMPOSITORES: Toquinho, Vinicius de Moraes, G.Morra e M.Fabrizio

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COMENTÁRIO - Paulo Cesar Paschoalini:
Nessa música, que é uma obra de arte tal qual uma aquarela, vale destacar o trecho:

"E o futuro é uma astronave que tentamos pilotar
Não tem tempo, nem piedade, nem tem hora de chegar
Sem pedir licença muda a nossa vida
E depois convida a rir ou chorar..."

Uma definição de futuro muito realista. Porque não dizer, até um pouco assustadora.
No entanto, sem deixar de ter um conteúdo extremamente poético.
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terça-feira, 15 de setembro de 2009

MINHA CITAÇÃO:


Flores colhidas...

“As flores colhidas
para serem oferecidas a você não morrem jamais.
Pelo contrário, ganham mais vida
depois de admiradas por seus olhos,
pois viverão para sempre na sua lembrança.”

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AUTOR: Paulo Cesar Paschoalini
(Escrita em 1997)
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MINHA POESIA:


Metamorfose

Caminha a lagarta, lentamente,
pela extensão de alguns galhos;
se alimenta de várias folhas
e mata a sede com o orvalho.

Um dia chega a mudança;
se encasula consigo, contida,
se reveste de folhas mortas
para iniciar uma nova vida.

Na escuridão de seu abrigo,
abandona a coloração pálida
e desabrocha suas cores vivas
na metamorfose em crisálida.

A natureza tece a roupagem,
que desfila sobre as floradas;
na paisagem, as borboletas,
mais parecem pétalas aladas.

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AUTOR: Paulo Cesar Paschoalini
- Página 50, do livro “Arcos e Frestas”
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MINHA CRÔNICA:


Discurso Maniqueísta

(ver texto na publicação de 12 de setembro de 2014)
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AUTOR: Paulo Cesar Paschoalini
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Crônica de minha autoria, cujo texto foi revisado e postado novamente em 12 de setembro de 2014, por ocasião dos 13 anos dos atentados terroristas de 11 de setembro de 2011.
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PERFIL:

CURRÍCULO LITERÁRIO:

Paulo Cesar Paschoalini é natural de Piracicaba, estado de São Paulo, onde nasceu em 20 de março de 1960. Graduado em "Licenciatura em Filosofia" pela Faculdade "Claretiano - Rede de Educação", da cidade de Rio Claro-SP.
Escreve desde muito jovem e é autor de centenas de poesias e diversos contos, sendo que alguns deles já premiados em concursos de âmbito nacional e internacional, tendo, inclusive, textos de ambos os gêneros publicados no exterior.
Escreveu o livro “Arcos e Frestas”, selecionado no “3º Concurso Blocos de Poesias”, da Editora Blocos, lançado em Piracicaba no ano de 2003.
É compositor de cerca de 20 (vinte) músicas, dos mais variados estilos, em parceria. Foi premiado no 1º Salão de Humor de Jundiaí-SP com o cartum “O ídolo virou pó”, em outubro de 1991.
Atuou como colaborador do Jornal de Piracicaba nos anos de 2001 e 2002 e 2005, época em que suas crônicas foram publicados. Também já foi premiado em Concurso Literário na categoria "Crônica".
É Membro Correspondente da Academia Cachoeirense de Letras - ACL, de Cachoeiro do Itapemirim-ES, segundo a entidade, “haja vista seus reconhecidos méritos na área cultural”.

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CONTOS PREMIADOS:

“CONTAGEM REGRESSIVA”:
– Mini conto classificado em 3° lugar no “Prêmio FEUC de Literatura 2004”, da cidade de Campo Grande-RJ, na Categoria “Outros Estados”.
“... E A BOLSA CAIU”:
– 3° colocado no “XI Concurso Internacional Literário de Outono”, da cidade de São Paulo-SP, que teve a participação de 10 países (Espanha, Portugal, México, Porto Rico, Argentina, Peru, Colômbia, Venezuela, Uruguai e Brasil).
“ESCULTORES DE SOMBRAS”:
- Menção Honrosa no "22º Concurso de Contos Paulo Leminski", da cidade de Toledo-PR, certame de 2011. Foi um dos 13 textos selecionados para integrar a "5ª Coletânea de Contos" relativa ao evento, dentre as 703 inscrições recebidas.
- Menção Honrosa no "XII Concurso Nacional de Contos" - Prêmio Inácio de Loyola Brandão, de 2011, de Araraquara-SP. Um dos 12 textos selecionados dentre 568 inscritos, consta das páginas 99 a 103 da Coletânea editada no ano de 2012 pela Secretaria Municipal da Cultura/FUNDART, em parceria com a UNESP-Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho".
- Recebeu a 2ª Menção Honrosa no "XXXVIII Concurso Literário Felippe D'Oliveira - Edição 2015", da cidade de Santa Maria-RS, sendo um dos 7 selecionados na modalidade "Conto", categoria Nacional, dentre 257 contos apresentados, nesse certame que teve a participação de candidatos de 15 estados do Brasil, além de Japão, Itália e Inglaterra.
“ESTRELA”:
- Microconto selecionado no "3º Concurso de Microcontos de Humor de Piracicaba", sendo publicado na página 34 do o encarte alusivo ao "40º Salão Internacional de Humor de Piracicaba", em 2013.
“MÁRMORES SILENCIOSOS”:
– Menção Honrosa no “1° Concurso Claudionor Ribeiro de Contos”, da cidade de Cachoeiro do Itapemirim-ES, em 2003.
- 3° colocado no Concurso de Contos “Cidade de Araçatuba”, em 2003, que teve a participação de 442 contos de 16 estados do Brasil, como Bahia, Ceará, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo, entre outros.
Texto que contou com a colaboração especial de Alex Francisco Paschoalini.
“MULHER NA JOGADA”:
- Mención de Honor (Menção Honrosa) no “2° Concurso Internacional de Poesía, Narrativa, Ensayo y Novela corta 2002”, do ICLAT-Instituto Cultural Latinoamericano, de Buenos Aires - ARGENTINA. Texto em língua espanhola, com o título de “Mujer de por medio”.
– Selecionado no Concurso “Banco de Talentos 2001” e editado pela Febraban em livro alusivo ao evento.
- 5º colocado no “IX Concurso Internacional Literário de Outono”, da cidade de São Paulo (SP), que teve a participação de 9 países (Espanha, Portugal, México, Argentina, Peru, Colômbia, Venezuela, Uruguai e Brasil). Publicado na coletânea “Energia Latente”, em novembro de 2002.
- Também recebeu Menção Honrosa no 5º Prêmio Missões e foi editado por Igaçaba Produções Culturais, da cidade de Roque Gonzalez-RS.
“OPÇÃO”:
- Microconto selecionado no “5º Concurso Microconto de Humor de Piracicaba”, sendo publicado na página 24 do encarte do evento, que faz parte do “42º Salão Internacional de Humor de Piracicaba”.
“RETIRANTE”:
- Menção Honrosa no “IV Concurso Nacional de Contos, Crônica e Trovas”, da APLA - Academia Pontagrossense de Letras e Artes, de Ponta Grossa-PR.
“UM CANTO DE LIBERDADE”:
– Menção Especial no “III Concurso Grandes Nomes da Nova Literatura Brasileira”, da cidade de São Paulo (SP) e publicada por Phoenix Editora.
- Selecionado no Concurso “Banco de Talentos 2003” e editado pela Febraban em livro de coletâneas do evento.
“VIDA ESCALDANTE”:
– Selecionado e publicado em língua italiana, com o título de “Vite bruciate”, no livro “Petali d'infinito”, antologia do Prêmio 'Il Convivio 2002”, editado pela 'Accademia Internazionale Il Convivio', da cidade de Castiglione di Sicilia (CT) - ITÁLIA. Esse livro, editado anualmente, teve a participação de escritores da França, Espanha, República Tcheca, Austrália, Argentina, Uruguai, Brasil, além de diversas cidades da Itália.
- Premiado com o 2° lugar Nacional no “35° Concurso de Contos”, do FEMUP, da Fundação Cultural de Paranavaí, da cidade de Paranavaí-PR, em 2003.
- Classificado com o Prêmio de Edição, no “Concurso Letras no Brasil V”, da Taba Cultural Editora, da cidade do Rio de Janeiro-RJ.
“ZANGÃO”:
- Microconto selecionado no “4º Concurso Microconto de Humor de Piracicaba”, sendo publicado na página 15 do encarte relativo ao evento, que faz parte do “41º Salão Internacional de Humor de Piracicaba”.
“Livro: BAGAGEM”:
– Livro contendo 16 contos, todos de sua autoria, que reúne alguns textos já premiados em concursos do gênero, além de outros inéditos, aguardando patrocínio para ser lançado.
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POESIAS PREMIADAS:

“BOCAS”:

– Premiada em 2º lugar no “Concurso Literário da APCEF-2001”, como co-autor (a poesia é letra de uma das músicas compostas em parceria).
“CAMINHADA”:
– Menção Honrosa no “Concurso Literário da APCEF-2001”, como co-autor (a poesia é letra de uma das músicas compostas em parceira).
“CON-SEQUÊNCIA”:
– Classificada com o Prêmio de Edição, no Concurso “Letras no Brasil V”, e publicado pela Taba Cultural Editora, da cidade do Rio de Janeiro-RJ.
“FAZ-DE-CONTA”:
– Menção Honrosa no “X Concurso Nacional de Poesias-APLA”, da Academia Pontagrossense de Letras e Artes, da cidade de Ponta Grossa-PR.
- 7ª colocada no “XXXIX Festival de Música e Poesia – FEMUP 2004”, da Fundação Cultural de Paranavaí-PR, declamado por Bruna Boaretto, em 20/11/2004, na noite de premiação.
- Texto apresentado nos dias 15, 16 e 17/09/2006, no Teatro Municipal “Dr. Losso Neto”, em Piracicaba, durante do show "Simplesmente", do grupo musical "Falando da Vida", interpretado por Nelma Nunes, atriz que participa de espetáculos em Piracicaba e região.
- Selecionados no “XIII Prêmio Escriba de Poesia”, da cidade de Piracicaba-SP, no ano de 2015, foi uma das 31 escolhidas dentre mais de 1.300 textos inscritos, enviados por 684 candidatos, sendo 18 do exterior e os emais de todos os cantos do Brasil.
“FOME”:
– Menção Honrosa no “XIII Concurso Nacional de Poesias Marcos Andreani”, da Academia de Letras e Artes de Paranapuã-ALAP, de Tijuca-RJ.
“LIBERDADE CATIVA”:
– Convidado a integrar o Ensaio Poético, com o tema “A vida como ela é – Diversos Autores”, realização Sol Lua e AVBL-Academia Virtual Brasileira de Letras. Ebook lançado em 10/11/2008, link: http://nuhtaradahab.wordpress.com/2008/10/.
“METAMORFOSE”:
– Selecionada na coletânea “Poesias da Primavera”, publicada pela Casa do Livro Editora Rio-pretense, de São José do Rio Preto-SP.
- Também recebeu Menção Honrosa no “III Prêmio Manoel Cerqueira Leite de Literatura”, da cidade de Itapetininga-SP, e compõe o livro “MÁGICAS e tantos devaneios”, editado por Via Sette Editorial.
“O VELHO E O TEMPO”:
– Convidada a integrar o livro “Petali d'infinito”, antologia do Prêmio 'Il Convivio 2002', editado pela 'Accademia Internazionale Il Convivio', da cidade de Castiglione di Sicilia (CT) – ITÁLIA. Poesia publicada em língua italiana com o título de “Il vecchio e il tempo”. Esse livro, editado anualmente, teve a participação de escritores da França, Espanha, República Tcheca, Austrália, Argentina, Uruguai, Brasil, além de diversas cidades da Itália.
- 2º lugar Nacional no “Conc. da Casa do Poeta Santanense”, de Sant'Ana do Livramento-RS e faz parte da Antologia “CAPOSAN 2002 - Contos Crônicas e Poesias”, em sua IV edição.
- Recebeu Menção Honrosa no II Prêmio F.A.C.I. de Poesia, da Fundação Associação Cultural Itapetinguense, da cidade de Itapetinga-BA.
- Classificada com o Prêmio de Edição, no Concurso “Letras no Brasil V”, da Taba Cultural Editora, da cidade do Rio de Janeiro-RJ.
- Prêmio de Edição no “III Concurso Grandes Nomes da Nova Literatura Brasileira”, em 2002, da cidade de São Paulo-SP.
“PERDOANDO O TEMPO”:
– Selecionada no “II Concurso Nacional de Poesia”, da cidade de Descalvado-SP, que teve a participação de 684 trabalhos inscritos e é um dos textos que integra a coletânea “Marcas do Tempo V”, de 2003.
“POETAR”:
- 10ª colocada no “5 º Concurso Nacional de Poesia”, da cidade de Descalvado-SP, e foi publicado na coletânea “Marcas do Tempo VIII”, de 2006.
“SONHANDO, AMANDO, SONHANDO...”:
– Selecionada para fazer parte da coletânea “Poemas de Amor”, publicada pela Casa do Livro Editora Rio-pretense, da cidade de São José do Rio Preto-SP.
- Também recebeu Menção Honrosa no Concurso da Casa do Poeta Santanense, da cidade de Sant'Ana do Livramento-RS e faz parte da Antologia “CAPOSAN 2002 – Contos Crônicas e Poesias”, em sua IV edição.
- Classificada com o Prêmio de Edição, no Concurso “Letras no Brasil V”, da Taba Cultural Editora, da cidade do Rio de Janeiro-RJ.
“ARCOS E FRESTAS”:
– Livro premiado com a co-edição no “3º Concurso Blocos de Poesia”, da Editora Blocos, do Rio de Janeiro. Obra lançada em 01 de novembro de 2003, na cidade de Piracicaba-SP.
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CRÔNICA PREMIADA:

“A SORTE MORA NUM FIM DE MUNDO”:
- Recebeu a 3ª Menção Honrosa no "XXXVIII Concurso Literário Felippe D'Oliveira - Edição 2015", da cidade de Santa Maria-RS, sendo um dos 7 selecionados na modalidade "Crônica", categoria Nacional, dentre 176 crônicas apresentadas, nesse certame que teve a participação de candidatos de 15 estados do Brasil, além de Japão, Itália e Inglaterra.
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