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quinta-feira, 20 de julho de 2017

UM TEXTO...

Amigo é...

... Uma pessoa companheira, um irmão, é gentil.

Um amigo é uma pessoa muito especial, que gostamos de ficar nas horas boas e nas ruins.

Amigo é uma pessoa com quem compartilhamos segredos, coisas de família, e também compartilhamos informações.

Amigo é como irmão ou irmã para a gente, sempre o defendemos, mesmo que ele esteja errado.

Amigo é diferente de colega. Com colega às vezes brigamos, nos distanciamos. Mas amigo é diferente; não nos desgrudamos, não brigamos.

Para resumir tudo isso, amigo é AMOR e COMPANHEIRISMO.

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AUTORA: Uma menina de 10 anos
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COMENTÁRIO - Paulo Cesar Paschoalini:
Hoje, dia 20/07, comemora-se o "Dia do Amigo"
O texto escrito revela de maneira mais pura o entendimento que todos nós tivemos um dia sobre o significado da palavra "amigo", principalmente na infância. Ao longo do tempo, porém, fomos nos deparando com situações que fizeram com que mudássemos a nossa maneira de ver as coisas do mundo, muito provavelmente porque a vida sempre traz mudanças e, inclusive e infelizmente, as pessoas têm a tendência de mudar também. Quem bom seria se, nesse aspecto, as mudanças não viessem!...
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terça-feira, 18 de julho de 2017

MINHA CITAÇÃO:

Amigo

“Amigo é aquela pessoa que, quando nos diz um 'não', ao invés de querermos argumentar, nós sentimos necessidade de refletir.

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AUTOR: Paulo Cesar Paschoalini
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COMENTÁRIO:
Acesse o site "Pensador.uol.com.br" e encontre outras frases do autor no link: http://pensador.uol.com.br/autor/paulo_cesar_paschoalini.
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domingo, 9 de julho de 2017

LITERATURA:

Humor:

A organização do "7º Concurso de Microcontos de Humor de Piracicaba" divulgou os vencedores deste ano de 2017. Os três primeiros colocados receberão R$ 800,00, R$ 500,00 e R$ 300,00, para o primeiro, segundo e terceiro lugares, respectivamente.

MICROCONTOS VENCEDORES:

1º lugar – Narcísio Meira
Preocupava-se muito com a imagem. Era instalador de TV a cabo.
Mauro Bartolomeu | Batatais/SP

2º lugar – Beagles
John, Paul, George e Pingo formaram os Beagles e… Chega! Impossível escrever um conto com esse maldito corretor ortográfico.
Fábio Aulísio | São Paulo/SP

3º lugar – #Job
Criou: céu, terra, plantas, animais e humanos.
Disse: Haja filtro e Photoshop!
Viu que era bom. Postou nas redes sociais e descansou.
Maria Augusta Pereira Rodrigues | Manaus/AM

MICROCONTOS SELECIONADOS:

Laranja – Ricardo Lahud | Guarujá/SP
O ritual – Aparecida Gianello dos Santos | Martinópolis/SP
Descubra a incrível história sobre como na era da Internet as pessoas põem toda a informação no título e encolhem demais o texto – André Carlos Moraes | São Leopoldo/RS
Par perfeito – Antonio Carlos Pasolini | Vila Velha/ES
Metamorfose – Rogério Francisco Vieira | Curitiba/PR
Sapatalhaço – Marcos Bassini | Rio de Janeiro/RJ
Xeque-mate – Fernando Teixeira Silva | Rio de Janeiro/RJ
Dê-me sal – Frederico Flósculo Pinheiro Barreto | Brasília/DF
Maturidade – Sonia Regina Nabarrete | São Bernardo do Campo/SP
Atração fatal – Roberto Klotz | Brasília/DF
Autocrítica – Alex de Castro Pinho | Madalena/CE
Camada – Flávio Theodósio Junkes | Biguaçu/SC
Curto-circuito – Silvio Valentin Liorbano | Osasco/SP
Domador – Lucas Dias Palhão Mendes | Santa Rita do Sapucaí/MG
Vermelho – Ana Beatriz Cabral | Brasília/DF
Cérebrooo – Diego da Silva Lourenço | São Paulo/SP
De volta para o futuro 4 – Carlos Brunno Silva Barbosa | Valença/RJ
Parto – Suzana Maggioni Bertuol | Farroupilha/RS
Ambição – Victor Alves Pereira | Curitiba/PR
Teu marido anda com a mulher do açougueiro – José Alberto de Souza | Porto Alegre/RS
O serial killer – Carla Bessa | Niterói/RJ
Negócios à (Bona)parte – Henriqueta da Silva Santos | São Paulo/SP
Incompetente – Athos Ronaldo Miralha da Cunha | Santa Maria/RS
Horrorizado – Cleison Fernandes de Souza | Manaus/AM
140 – Darío Alejandro Poyanco Bravo | Belo Horizonte/MG
A cura – José Ronaldo Siqueira Mendes | Mutum/MG
Terraço – Isabel Florinda Furini | Curitiba/PR
Divórcio – Pauliane Amaral | Campo Grande/MS
Castigo – Marcos Santiago | Governador Valadares/MG
Estrelato – Evandrus Camerieri de Alvarenga | São Paulo/SP
Parada obrigatória – Pedro Furlan | Piracicaba/SP
Quarta-feira de cinzas – João Batista dos Santos | Londrina/PR
Além da sujeira – Priscilla Mendes Cassiano | Indaial/SC
Pedido – Edgar Jesus Figueira Borges | Boa Vista/RR
Dó – Carlos Augusto de Brito Ribeiro | Rio Acima/MG
Diabetes – Enzo Ruffini Sabadin | Piracicaba/SP
O pequeno míope – Elias Alves da Silva | Varginha/MG
Doçura lógica – Regina Ruth Rincon Caires | Campinas/SP
Libertação – Carlos Henrique Fioravanti | São Paulo/SP
Vingança – Rita de Cássia Zuim Lavoyer | Araçatuba/SP
Apóstolos – Guilherme de Oliveira Spolidoro | Piracicaba/SP
Carta – Milton de Faria e Souza | Rio de Janeiro/RJ
Perdas – Antônio Gerson Bezerra de Medeiros | Rio de Janeiro/RJ
Proctologia – João Luiz Guimarães | São Paulo/SP
Decisão – Edson Sidnei Maciel Teixeira | Joinville/SC
50 reais – Théo Campos do Prado | Piracicaba/SP
Juízo Final – Silas Correa Leite | São Paulo/SP
Barulho no hospício – Rodrigo Cesar de Lima | Taboão da Serra/SP
A foto – Regiane Cristina Lopes da Silva | Belford Roxo/RJ
Sexo – Lidia Izecson | São Paulo/SP
Paisano – Luís Alfredo Paduanelli Galeni | Águas da Prata/SP
Redes sociais – Priscilla Breda Panizzon | Caxias do Sul/RS
Mau-olhado – Tiago Figueiredo de Alencar Araripe | Recife/PE
Rua dos milagres – Sabrina Nunes Dalbelo | Bento Gonçalves/RS
Arma – Paulo Cesar Paschoalini | Piracicaba/SP
A coluna do colunista – Ivanilton Tristão Pereira | Rio de Janeiro/RJ
Malemolência – Geraldo Sebastião de Vasconcelos | Maastricht/Países Baixos
SOS – Geraldo Magela Ferreira | Brasília/DF
O específico – Leo Cit Delari | Curitiba/PR
Questão de interpretação – Henriette Effenberger | Bragança Paulista/SP
Deveras – Leo Satkings | Rio de Janeiro/RJ
Fé – Jorge de Barros | São Paulo/SP
Língua do “P” – Sérgio Schechter | Rio de Janeiro/RJ
Na fila do banco – Fábio Kawati | Sinop/MT
Uai? – Eduardo Sussumo Smozono | Franca/SP
A foliona – Drelenay Prado Mafra | Curitiba/PR
Gravidade – Artur da Silva Bignelli | Ribeirão Preto/SP
Haja luz! – Leonardo Queiroz Lyrio | Montes Claros/MG
Azarado – Mauro Benedito Fini | Bofete/SP
Divórcio – Fagner José Chaves da Silva | Vila Velha/ES
A cagada – Fernando Vieira Reis | São Luís/MA
O verdadeiro mentiroso – Diego Sammarco Martins | Guarulhos/SP
Ad libitum – Jacqueline Salgado | Paula Cândido/MG
Cabra macho – Guilherme Hernandez Filho | Santos/SP
Terminou comigo – Ricardo Francisco de Camargo Chagas | Ivaiporã/PR
Escritor perseverante – Rodrigo Castellani | Piracicaba/SP
Demos&Crácia – Marcelo Stoenescu | São Paulo/SP
O gato comeu! – Vicente Geraldo de Melo Neto | Brasília/DF
Bomba – Romeu Manoel Coelho Martins | São José/SC
Urro selvagem – Celio Pires Peixoto | Curitiba/PR
Fêmeo – Danilo Martins Zanin | Curitiba/PR
Off-line – Juliana Corrêa dos Santos | Belém/PA
Baile – Aldenor da Silva Pimentel | Uberlândia/MG
Norma de vida – Joaquim Bispo | Odivelas/Portugal
Fábula – Rafael dos Santos Molinari | Ribeirão Preto/SP
Loucura – Alex Alexandre da Rosa | Jundiaí/SP
Melhor idade – Jefferson Contar | Campo Grande/MS
Era uma vez – Marlene Macellari | Paulínia/SP
Mudança – Amanda Rose Alcântara | Santa Bárbara D’Oeste/SP
Casal da paz – Mariana Julia Martins | Piracicaba/SP
Água benta – Jonathan Vieira da Silva Brito | São Paulo/SP
Estrangeirismo – Francisco Anizeuton de Souza Leite | Jucás/CE
Questão de saúde – José Rosendo Junior | Fortaleza/CE
Prolixo – João Valdenio Silva | Aracaju/SE
Desafilho – Valéria Rodrigues Florenzano | Santos/SP
Leal – Clauber Dias | Porto Alegre/RS
Eternidade – Helyana Manso | São Paulo/SP

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FONTE: SEMACTUR - Secretaria Municipal
da Ação Cultural e Turismo - Piracicaba-SP
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COMENTÁRIO:
Conforme o Regulamento do Concurso, promovido pela SEMACTUR, cada candidato deveria apresentar um texto com, com uma certa dose de humor, limitado a 140 toques, incluindo o título e o espaçamento. Neste ano de 2017, foram 509 inscrições, de 23 estados brasileiros, e também do exterior, oriundas de países como os Estados Unidos, Japão, Holanda e Portugal.
O meu texto "Arma", foi um dos outros 97 selecionados para compor a coletânea relativa a este certame, que faz parte do "44º Salão Internacional de Humor de Piracicaba", evento conhecido e reconhecido internacionalmente.
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sexta-feira, 7 de julho de 2017

MEU TEXTO:

Arma

O caipira espantou-se quando o delegado disse que, num homicídio, era necessário localizar o corpo e a arma. Deveria ter dito “revorve”.

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AUTOR: Paulo Cesar Paschoalini
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COMENTÁRIO:
O texto acima foi selecionado no “7º Concurso de Microcontos de Humor de Piracicaba 2017”.
Um microconto tem como característica a narrativa breve e objetiva, nesse caso, com uma pitada de humor, sendo que a principal finalidade é surpreender o leitor, levando-o a lançar mão da imaginação para preencher as entrelinhas deixadas, levando o leitor a entender a história por trás da história escrita.
De acordo com o Regulamento do certame, promovido pela Secretaria Municipal de Ação Cultural e Turismo de Piracicaba (SEMACTUR), o candidato deveria apresentar um texto limitado a 140 toques, incluindo o título e o espaçamento. Neste ano de 2017, foram 509 inscrições, de 23 estados brasileiros, e também do exterior, oriundas de países como os Estados Unidos, Japão, Holanda e Portugal.
Os três primeiros colocados receberão premiação em dinheiro, no valor de R$ 800, R$ 500 e R$ 300, conforme a classificação. Outros 97 microcontos selecionados farão parte do livreto relativo ao Concurso, que faz parte da programação do “44º Salão Internacional de Humor de Piracicaba”. Para maiores informações, acesse o link:
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quinta-feira, 6 de julho de 2017

MINHA CITAÇÃO:

(In)diferença

“O fato de os seres humanos não serem iguais, não justifica que tenham que ser tão indiferentes.

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AUTOR: Paulo Cesar Paschoalini
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COMENTÁRIO:
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quarta-feira, 5 de julho de 2017

UM TEXTO...

Vista cansada

Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou.

Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não-vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio.

Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom-dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.

Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima idéia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprindo o rito, pode ser também que ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.

Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de fato, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia-a-dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.

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AUTOR: Otto Lara Resende
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COMENTÁRIO – Paulo Cesar Paschoalini:
Otto de Oliveira Lara Resende nasceu no dia 1°. de maio de 1922, em São João del Rei-MG e faleceu em 28 de dezembro de 1992. Foi um jornalista e escritor brasileiro. Para saber mais sobre ele, sugiro acessar o link: http://www.releituras.com/olresende_bio.asp.
O texto acima postado, foi publicado foi publicado no jornal “Folha de S. Paulo”, edição de 23 de fevereiro de 1992, e pode ser acessado pelo link: http://www.releituras.com/olresende_vista.asp
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sábado, 1 de julho de 2017

MINHA CITAÇÃO:

Sina

“O poeta tem como sua sina,
ser afortunado, devido à poesia;
pois traz consigo a permissão divina
para usar e abusar da utopia.

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AUTOR: Paulo Cesar Paschoalini
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COMENTÁRIO:
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