Paulo Cesar Paschoalini

Paulo Cesar Paschoalini
Pirafraseando

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sábado, 22 de setembro de 2012

MEU CLICK:

Vacance


Imagem do lago repleto de peixes, localizado nas dependências do Hotel Vacance (no alto da imagem), na cidade de Águas de Lindóia, estado de São Paulo, Brasil. Trata-se de um lugar com infra-estrutura excelente, bom para ser visitado não somente nos meses de inverno.
Foto feita em julho de 2012.

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AUTOR: Paulo Cesar Paschoalini
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DADOS TÉCNICOS:
Câmera digital Canon, modelo t3i, ISO 400, abertura 1/500, sem uso de flash. Galeria acessível através do link: http://olhares.com/paulopira.
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sexta-feira, 22 de junho de 2012

UMA CITAÇÃO...

Sobre o tempo...

O tempo é muito lento para os que esperam,
muito rápido para os que têm medo,
muito longo para os que lamentam,
muito curto para os que festejam.
Mas, para os que amam,
o tempo é eternidade.
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AUTOR: William Shakespeare
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COMENTÁRIO: Paulo Cesar Paschoalini
Nada melhor do que Shakespeare para nos dar uma definição mais precisa sobre a relação entre o tempo e as mais diversas manifestações humanas, em especial o amor.
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terça-feira, 1 de maio de 2012

MEU CLICK:

Perpétua

Perpétua...
Beleza que se acentua,
na natureza se perpetua.
O mesmo que sempre-viva,
eterna flor que cativa.
De simplicidade perene,
um “para sempre” solene.
Encanto contínuo que doura,
de elegância duradoura.
Quisera eu conter, na verdade,
o significado de sua eternidade.
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AUTOR: Paulo Cesar Paschoalini
(Texto e foto: abril de 2012)
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DADOS TÉCNICOS:
Câmera digital Canon, modelo t3i, ISO 400, abertura 1/250, sem uso de flash.
Galeria acessível através do link: http://olhares.com/paulopira.
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domingo, 15 de abril de 2012

MEU TEXTO:

Segunda voz

A voz é a principal maneira de os seres humanos se comunicam entre si. Quando essa comunicação vem através da música, aí ela é então mais encantadora.

E é assim que vinha acontecendo com a Turma do Lupy, em muitos de nossos encontros aos sábados à tarde e, principalmente, em toda segunda-feira de Carnaval, já há alguns anos, no Sítio Sinhoreti. E quando vinha chegando o final de tarde, o som da viola e as vozes de Galileu e Samaritano costumavam preencher o ambiente com músicas sertanejas, aquelas de antigamente, raiz mesmo.

Então, as vezes iluminados por luzes de lampião, a gente parava e se lembrava de um tempo em que as músicas continham letras, sentimento, escritas com o coração, que nos marcaram profundamente.

Outras segundas-feiras de Carnaval virão. Mas aquele finalzinho de tarde, quando o sol costumava sair de cena para dar lugar àquelas músicas, no ano que vem vai ser preenchido com muita saudade. Saudade de um sujeito moreno, seu jeito calmo, muita simplicidade e dono de um sorriso franco que emoldurava aquela voz grave.

Com certeza, vai dar saudade daquela segunda voz “de primeira”... Ah, isso vai!

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AUTOR: Paulo Cesar Paschoalini
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COMENTÁRIO:
Amanhã, 16 de abril, é o Dia Mundial da Voz. Faz pouco mais de uma semana, dia 7 de abril último, faleceu em Piracicaba, Raimundo Gonçalves da Silva, há mais de 30 anos o Galileu (foto), da dupla Galileu e Samaritano. Para quem teve o privilégio de conviver com ele, vai ficar a saudade de alguém com as característocas descritas no texto. Uma pessoa que gostava de sentar para “jogar conversa fora”, umas partidas de truco e, principlamente, adorava tocar uma viola e cantar a boa música sertaneja.
Não vai ficar só a lembrança. Vai deixar é muita saudade mesmo!

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quinta-feira, 5 de abril de 2012

UM TEXTO...

Acima de tudo, viva!

"Sorria, brinque, chore, beije, morra de amor, sinta, sonhe, grite e, acima de tudo, viva. O fim nem sempre é o final. A vida nem sempre é real. O passado nem sempre passou. O presente nem sempre ficou e o hoje nem sempre é agora. Tudo o que vai, volta. E se voltar é porque é feito de amor."
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AUTOR: Desconhecido
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COMENTÁRIO – Paulo Cesar Paschoalini:
O texto acima foi lido pelo ator Reynaldo Gianicchini na gravação do programa de Marília Gabriela, que vai ao ar dia 08/04, as 22:00 horas, no canal GNT. Na entrevista, o ator, recém-recuperado de um câncer linfático, falou sobre o tratamento, os dramas que viveu e as lições que tirou disso tudo.
A foto acima foi divulgada em diversos sites, bem como o texto, que eu procurei, mas não encontrei nem o autor, nem o título (que eu extraí do próprio conteúdo). Vale a pena ler!

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quinta-feira, 22 de março de 2012

MEU CLICK:

Frágil natureza

Embora as fotos de maior beleza sejam aquelas que mostram a natureza em seu esplendor, esta foto tem por objetivo expor a fragilidade dos seres vivos, o que também inclui o ser humano, apesar de que, equivocadamente, ele se julga indestrutível. Feita em março de 2012.
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AUTOR: Paulo Cesar Paschoalini
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DADOS TÉCNICOS:
Câmera digital Canon, modelo t3i, ISO 400, abertura 1/250, sem uso de flash.
Galeria acessível através do link:
http://olhares.com/paulopira.

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domingo, 11 de março de 2012

UM TEXTO...


Temos muito a aprender com esse povo


A carta abaixo foi escrita por um imigrante vietnamita que é policial em Fukushima, no Japão.

Foi enviada a um jornal em Shangai que traduziu e publicou.

Como estão você e sua família? Estes últimos dias tem sido um verdadeiro caos. Quando fecho meus olhos, vejo cadáveres e quando os abro, também vejo cadáveres.

Cada um de nós está trabalhando umas 20 horas por dia e mesmo assim, gostaria que houvesse 48 horas no dia para poder continuar ajudar e resgatar as pessoas.

Estamos sem água e eletricidade e as porções de comida estão quase a zero. Mal conseguimos mudar os refugiados e logo há ordens para mudá-los para outros lugares.

Atualmente estou em Fukushima, a uns 25 quilômetros da usina nuclear. Tenho tanto a contar que se fosse contar tudo, essa carta se tornaria um verdadeiro romance sobre relações humanas e comportamentos durante tempos de crise.

As pessoas aqui permanecem calmas, seu senso de dignidade e seu comportamento são muito bons assim, as coisas não são tão ruins como poderiam. Entretanto, mais uma semana, não posso garantir que as coisas não cheguem a um ponto onde não poderemos dar proteção e manter a ordem de forma apropriada.

Afinal de contas, eles são humanos e quando a fome e a sede se sobrepõem à dignidade, eles farão o que tiver que ser feito para conseguir comida e água. O governo está tentando fornecer suprimentos pelo ar enviando comida e medicamentos, mas é como jogar um pouco de sal no oceano.

Irmão querido, houve um incidente realmente tocante que envolveu um garotinho japonês que ensinou um adulto como eu uma lição de como se comportar como um verdadeiro ser humano.

Ontem à noite fui enviado para uma escola infantil para ajudar uma organização de caridade a distribuir comida aos refugiados. Era uma fila muito longa que ia longe. Vi um garotinho de uns 9 anos. Ele estava usando uma camiseta e um par de shorts.

Perguntei sobre sua mãe. Ele disse que sua casa era bem perto da praia e que sua mãe e sua irmãzinha provavelmente não sobreviveram. Ele virou a cabeça para limpar uma lágrima quando perguntei sobre sua família.

O garoto estava tremendo. Tirei minha jaqueta de policial e coloquei sobre ele. Foi ai que a minha bolsa de comida caiu. Peguei-a e dei-a a ele. Quando chegar a sua vez, a comida pode ter acabado. Assim, aqui está a minha porção. Eu já comi. Por que você não come?

Ele pegou a minha comida e fez uma reverência. Pensei que ele iria comer imediatamente, mas ele não o fez. Pegou a bolsa de comida, foi até o início da fila e colocou-a onde todas as outras comidas estavam esperando para serem distribuídas.

Fiquei chocado. Perguntei-lhe por que ele não havia comido ao invés de colocar a comida na pilha de comida para distribuição. Ele respondeu:
Porque vejo pessoas com mais fome que eu. Se eu colocar a comida lá, eles irão distribuir a comida mais igualmente.

Quando ouvi aquilo, me virei para que as pessoas não me vissem chorar.

Uma sociedade que pode produzir uma pessoa de 9 anos que compreende o conceito de sacrifício para o bem maior deve ser uma grande sociedade,um grande povo.
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AUTOR: Ha Minh Thanh
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COMENTÁRIO - Paulo Cesar Paschoalini:
Hoje, dia 11 de janeiro, faz um ano que ocorreu o terremoto no Japão, seguido de uma gigantesca tsunami, que devastou algumas cidades japonesas e afetou restores nucleares de Fukushima.
Recebi este texto por e-mail, exatamente como está. Nele constava que o autor é Ha Minh Thanh.

Não sei se é verídico, mas é baseado numa cultura diferente da nossa. Pelo que se conhece dos japoneses, a atitude mencionada seria comum a qualquer morador daquele país, independente da idade.
De qualquer forma, o texto nos convida a uma reflexão sobre a maneira individualista que temos de encarar a vida em determinadas circunstâncias, quando esquecemos que o ser humano é um ser social e que depende da convivência harmônica em sociedade para evoluir.

A imagem ao lado é uma montagem exclusiva do blog Pirafraseando, composta por uma imagem disponível em vários sites no google, sobreposta pela bandeira japonesa, que é papel de parede do site kboing, com transparência em degradê.
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